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Prosperidade de bilionários impulsiona grande desigualdade global

| 22/01/2018 - 07:55

Prosperidade de bilionários impulsiona grande desigualdade global

Quatro em cada cinco dólares de riqueza gerados em 2017 terminaram nos bolsos do 1 por cento mais rico, enquanto a metade mais pobre da humanidade não recebeu nada, apontou um relatório publicado pela Oxfam nesta segunda-feira.
Conforme líderes políticos e empresariais se reúnem para o encontro anual do Fórum Econômico Mundial nesta semana em Davos, na Suíça, o relatório destaca um sistema global que premia os super-ricos e negligencia os pobres.
O relatório indica que 3,7 bilhões de pessoas que representam a metade mais pobre do mundo não tiveram aumento de riqueza em 2017, enquanto 82 por cento da riqueza gerada no ano passado foi para o 1 por cento mais rico da população global.
“Isso revela como nossas economias estão premiando os mais ricos, ao invés do trabalho duro de milhões de pessoas”, disse a diretora-executiva da Oxfam, Winnie Byanyima.
“Os poucos que estão no topo ficam cada vez mais ricos e os milhões na base estão presos em salários de pobreza”.
Byanyima culpou “evasão fiscal” como uma importante causa da desigualdade global, e pediu que líderes reprimam paraísos fiscais e invistam em educação, saúde e empregos para jovens.
Em especial, Byanyima criticou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que participará do Fórum Econômico Mundial, por criar “um gabinete de bilionários” e implementar uma legislação fiscal que ela disse recompensar os super-ricos, não os norte-americanos comuns.
O relatório anual da Oxfam indica que o número de bilionários cresceu em uma taxa de um a cada dois dias entre março de 2016 e março de 2017, enquanto nos Estados Unidos as três pessoas mais ricas possuem a mesma riqueza que a metade mais pobre da população.
A Oxfam informou que mulheres trabalhadoras foram as mais atingidas pela desigualdade global, conforme ganham consistentemente menos que homens e normalmente têm salários menores e formas de trabalho mais inseguras. Fonte: Londres (Thomson Reuters Foundation)
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