Umas e Outras

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| 20/12/2015 - 00:01

ANO NOVO I - O novo ano está se aproximando, e com ele a sucessão do prefeito Beto Lunitti, em Toledo. A candidatura para reeleição é certa, contudo não anda muito coeso o grupo político que conduziu Lunitti ao cargo.
ANO NOVO II - Lunitti vem sendo “acusado” de excessiva lealdade com o PT, do ex-deputado Elton Welter, isto num momento tão delicado por que passa o partido trabalhista em nível nacional. A lealdade, uma característica tão cara aos bons personagens históricos, na política cotidiana de Toledo só tem causado dissabores ao prefeito na executiva municipal do PMDB, e até mesmo na Câmara.
SUCESSÃO I - Já no PDT, do vice Pelanka, cresce a articulação pela candidatura própria a sucessão municipal. Em outubro, em reunião da convenção estadual do partido, o ex-senador Osmar Dias vaticinou que o PDT tem que buscar condições para o lançamento de nomes que possam figurar na cabeça de chapa em 2016, em todos os municípios do Paraná.
SUCESSÃO II - Apesar da generalidade do discurso, a ideia de Osmar Dias tem começado a tomar corpo em Toledo. O ex-prefeito Albino Corrazza Neto trabalha incansavelmente na elaboração de uma espécie de Plano de Governo pedetista para o quadriênio 2017-2020.
SUCESSÃO III - O Plano de Governo do PDT deverá ser lançado em Fevereiro, em evento a acontecer em Toledo e que contará com a presença do prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT). Fruet, como é de conhecimento geral, tem como objetivo suceder Beto Richa (PSDB) no Palácio Iguaçu. Assim, uma candidatura própria em Toledo somente fortalece os planos do partido em nível estadual. É quase a formação da “tempestade perfeita”.
DEVER CUMPRIDO - Dias atrás um vereador peemedebista saiu da Prefeitura “chutando o balde”. Reclama do tratamento recebido em relação a cobrança de impostos atrasados de um antigo empreendimento industrial. A coisa toda mostra que apesar do risco de perder apoio político na Câmara, a administração municipal anda cumprindo o dever de casa, quando separa os interesses da municipalidade daqueles do governo de plantão (leia-se, grupo político de plantão!).
ERRO DE DIAGNÓSTICO - Um caso, ainda em fase de apuração por esta Gazeta, poderá revelar as sinistras consequências provocadas pelo erro de diagnóstico emitido por entidade hospitalar de Toledo. A situação já provocou agressão entre marido e mulher, separação, e, corre em segredo de Justiça ação indenizatória por danos morais. O diagnóstico, desmentido por outros realizados posteriormente, equivocou-se ao concluir que a paciente era portadora do HIV.
ATOS PUBLICADOS I - A administração municipal deve colher um revés amanhã na Câmara, quando será votado o Projeto de Emenda a Lei Orgânica n. 02/2015. Com esta alteração a LDO, o governo municipal pretende excluir a publicação dos atos públicos no diário oficial impresso do município, adotando tão somente a veiculação na página oficial da Prefeitura (site).
ATOS PUBLICADOS II - Vereadores consultados por esta Gazeta já se manifestaram contrários ao projeto, porque com a simples publicação digital poderá ocorrer a ofensa ao princípio constitucional da ampla publicidade dos atos públicos, já que toda a população terá que acessar ao site para obter a informação necessária. Ou seja: não será o órgão municipal quem irá promover a ampla publicidade de seus atos, mas, sim, o cidadão é que terá que “correr atrás” para descobrir como Toledo vem sendo administrada. Neste caso, há inversão de papéis!!!
ATOS PUBLICADOS III - Mas a proposta carrega em si, ainda, um risco talvez pouco percebido pela administração municipal: a manipulação dos dados a posteriori. Ora, publicado em mídia impressa, o edital torna-se imediatamente um documento inalterável. Mas, quem garante que, publicado somente no diário oficial digital, o referido edital está livre de ser posteriormente alterado, para atender interesses escusos aqueles de toda a sociedade?!!? É preciso pensar muito a respeito.
PEDAGIÔMETRO I - Os deputados estaduais presentearam os cidadãos paranaenses no final de ano, com a aprovação do Projeto de Lei n. 754/2015 que instituiu o “Pedagiômetro” nas rodovias que compõe o Anel de Integração do Paraná. A ideia é medir o fluxo de veículos que circulam pelas rodovias pedagiadas para contrapor os dados com aqueles apresentados pelas concessionárias que exploram as rodovias, que sustentam o argumento de que o baixo fluxo impede a conclusão das obras de duplicação previstas para ocorrer no Anel de Integração.
PEDAGIÔMETRO II - O projeto foi aprovado com duas emendas, uma que estabelece que os dados sejam divulgados online, em tempo real, e, outra, do deputado toledano José Carlos Schiavinatto (PP), determinando que as informações sejam encaminhadas mensalmente para a Agepar (Agência Reguladora do Paraná).
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