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A queda no crescimento do país

| 30/04/2016 - 00:01

Luiz Dalberto Ferreira*
O baixo crescimento econômico do país tem feito com que a arrecadação tenha uma queda e com isso vai fazendo com que o déficit primário tenha sua saliência, pois em março se registrou um déficit primário de 10,644 bilhões sendo o pior resultado já apurado no mês desde 2001. Isso demonstra que algo não vai bem no país economicamente, pois essa tendência de queda vem demonstrando que as atividades econômicas está em uma curva para baixo bem acentuada e que precisa ser interrompida. Esse indicador aliado ao indicador de desemprego apresentado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e estatística ( IBGE), onde atingiu uma taxa de 10,9% no primeiro trimestre, tem criado um impacto significativo nas receitas pública auferidas.
Com referência ao déficit primário deste ano, se formos comparar com o mesmo trimestre do ano passado, onde tivemos um superávit primário de 19 bilhões, nos mostra que dela pra cá houve uma queda grande. Com certeza o governo terá que rever a sua meta para o superávit primário que esta previsto para este ano em 30,5 bilhões ou 0,5% do PIB. Ao analisar os dados oficiais podemos verificar que o setor publico registrou um déficit de 136,022 bilhões ou o equivalente a 2,28% do PIB nos 12 meses. Então ficará difícil o governo manter a meta prevista para o superávit primário com uma economia onde a tendência é de uma desaceleração ainda maior, e para piorar o dólar com o advento da possibilidade de mudança no comando da equipe econômica com o impeachment da presidente Dilma Russef vem oscilando para baixo e com isso os setores onde se mantinha através das exportações com a entrada de dólar começam a repensar os seus gastos e também com isso movimentaram menos a economia.
Como Toledo tem na sua conjuntura um diferencial, pois é uma cidade com uma estrutura diferenciada das demais, com uma agricultura extremamente organizado e uma economia sólida, mesmo com um país apresentando uma recessão, ela através de empresários arrojados e com um pensamento voltado para o futuro, está abrindo novas vagas de empregos. Quando vemos que no país como um todo os índices de desempregos aumentam as empresas em Toledo mostram em seus quadros de avisos temos vagas e estamos contratando. E aí, muitos que vem visitar nossa cidade dizem que aqui é uma nova Europa onde o desenvolvimento cresce, graças a cultura desse povo que busca cada dia inovar e produzir com novas tecnologias.
O autor é economista em Toledo
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