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| 23/07/2016 - 00:01

Novo rumo
O vereador Tita Furlan, cogitado como pré-candidato a vice-prefeito pelo Partido Verde numa eventual coligação com o PP, anunciou ontem sua decisão de apresentar seu nome para concorrer a prefeito de Toledo. Em postagem em rede social Tita Furlan disse que após ouvir seus apoiadores durante os últimos dias e seus pedidos nesse sentido resolveu pela candidatura própria.
Resistências
Segundo Tita, 90% de seus apoiadores manifestaram-se nos últimos dias para que seja candidato a prefeito e não a vice de outro nome. Na verdade vários eleitores criticaram a possibilidade dele ser vice de Lúcio de Marchi.
Alternativa
A proposta de Tita é tentar buscar um caminho alternativo, fugindo das disputas entre os dois grupos que dominam a política toledana há décadas. Na sexta-feira ele lembrou que esta briga vem desde Egon Pudell e Avelino Campagnolo, passou por Duílio Genari e Albino Corazza e depois teve Derli Donin e Beto Lunitti.
Trunfo
O trunfo principal porém e que deve ter pesado na decisão, além das resistências no PV a Lúcio de Marchi e no PP a Tita, autor do pedido da CPI das Casas Populares, é a boa posição do vereador na pesquisa Vox Data. Além de liderar a vereador, ao lado de Expedito Gasolina, Tita apareceu empatado tecnicamente com Beto Lunitti na segunda colocação, enquanto o prefeito empatou tecnicamente com Lúcio de Marchi no primeiro lugar, na pesquisa estimulada com os três nomes.
Lísias e Reni
A única coisa que não ajuda Tita no momento é a associação que ele mesmo faz com as surpresas Lísias Tomé em Cascavel e Reni Pereira em Foz do Iguaçu. Lísias enfrentou uma crise séria na sua relação política pelos conflitos com lideranças tradicionais e Reni foi preso em prisão domiciliar semana passada em Foz do Iguaçu por envolvimento num escândalo com recursos públicos.
Sem assentados
A expectativa de melhorar o aproveitamento das áreas na parte Sul do município com diversificação e agropecuária intensiva deve ficar apenas nos projetos. A possibilidade de assentamento de agricultores atingidos pela construção da Usina Baixo Iguaçu deve dirigir-se para o Sudoeste e não para Toledo.
Vistorias
Na sexta-feira os agricultores atingidos pela construção da Usina Baixo Iguaçu vistoriaram áreas nos municípios de Capitão Leônidas Marques, Manfrinópolis e Salgado Filho. Elas poderão ser usadas para realocar os agricultores que terão suas terras atingidas pelas águas.
Modelo
Rossoni também conheceu o reassentamento São Francisco, em Cascavel. Ele usou área de 3,7 mil alqueires, dividida em terrenos de 7 a 23 alqueires. Os moradores receberam, além da terra, uma casa com luz, água e barracão. A localidade também conta com escola e posto de saúde. O projeto modelo abriga famílias atingidas pela construção da hidrelétrica Salto Caxias.
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