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Rasteira Política. “a velha rasteira política do mesmo grupo”

| 22/11/2016 - 00:01

Quando você vai a um baile sem uma companhia feminina sua intenção é de conquistar a menina mais linda que estiver no ambiente e consegue. Agora, dançar com a menina o evento todo, e, no final outro levar para casa é falta de inteligência e maturidade de se relacionar. Estou usando tônicas antigas, mas, bem atualizadas para comparar a administração de hoje e o grupo Sperafico/Schiavinatto que irão reassumir Toledo. Explico: A imprensa foi chamada no último sábado para a cobertura do lançamento da pedra fundamental do curso de medicina que será instalada junto ao mega projeto do BIOPARK, embrião da Prati Donaduzzi, onde o mesmo foi apresentado para várias autoridades, entre elas o Ministro da Saúde Ricardo Barros. O que se percebeu é que o projeto da tal Faculdade estranhamente será absorvido ou administrado pela UFPR. Digo estranho, porque há menos de seis meses o Município de Toledo cedeu uma área de aproximadamente 4000m2, para a construção do campus da UFPR assim como, o espaço físico para que o Curso de Medicina tivesse seu início ainda esse ano com os 60 universitários que passaram no vestibular de para o curso de Medicina. Até aí, tudo dentro do “vidrinho” como dizia o ex-radialista dos anos 80 e amigo já falecido Agnaldo Martins. Uma universidade federal absorver uma faculdade é aceitável, agora, o que não é aceitável é a inversão desses poderes, ou seja, uma faculdade por mais que esteja ligado a uma grande empresa, bem consolidada como é o caso da Prati Donaduzzi, absorver a UFPR fica estranho, muito estranho. O mínimo que se esperava é que o Ministro da Saúde viesse anunciar verbas para construção do campus de Toledo. Lógico que absorver os espaços privados é mais inteligência, as coisa funcionam, andam, não tem burocracia nem jogo político, ao contrário dos governos em que é um parto para que as verbas sejam aprovadas, sendo assim, ponto para a atual administração e para os empresários, por verem as ações pelo lado certo e não político.
Já por outro lado, crescem ainda mais as dúvidas devido ao comportamento de algumas chamadas “lideranças políticas” de Toledo, que já demostraram não medir esforços para chegar ao poder a qualquer custo. Qual será a tática pretendida pelo grupo do PP de Toledo – o apoio ao agora chamado “novo” hospital Bom Jesus -, em levar o ex-diretor administrativo Thiago Stefanello ao Siscopar, no lugar do ex-chefe de gabinete do Deputado Sperafico, Wilmar Covatti, afastado por possíveis desvios de verbas em esquemas com clínicas e agora querem ter o domínio e os louros do curso de Medicina em Toledo? Percebe-se que essas rasteiras políticas não fizeram parte dos planos da atual administração, mas, por parte dos opositores como sempre, é lei.
O que se espera é que, o bom senso prevaleça que o bem sempre vença o mal. “Que a mentira não se sobreponha a verdade” e que as políticas de interesse de grupos sejam trocadas pela da coletividade, como pensam os empresários.
Eliseu Langner de Lima
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