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Temer ‘mexe’ no Exército e membros do Alto Comando falam em ‘risco de colapso’

| 10/10/2017 - 21:00

O presidente Michel Temer decidiu reduzir o número de oficiais-generais do Exército brasileiro neste próximo ano de 2018. A diminuição de sete oficiais, segundo o Governo, gerará uma economia de R$ 2,3 milhões para os cofres públicos e isso precisava ser feito, já que o Brasil vive em grave crise após ter sido vítima de corrupção desenfreada.
O Exército afirmou que também ocorrerá redução no ingresso nas escolas de formação e no número de sargentos.
As Forças Armadas não gostaram dessa redução no orçamento e pressionam o governo para que haja uma recomposição. De acordo com a instituição, nos últimos anos só se tem tirado recursos e isso acaba afetando toda a estrutura da instituição.
Conforme relatos do comando das Forças, se não houver uma licitação para adquirir mais verbas, a tendência é reduzir expedientes e antecipar a baixa de recrutas.
De acordo com informações do Alto Comando do Exército, Marinha e Aeronáutica, está ocorrendo substituição do quadro de efetivos para temporários. Isso pode ocasionar um ‘risco de colapso’ no país.
Além de baixas no Exército, o governo estuda alterar o quadro de integrantes da Marinha e Aeronáutica. O novo documento estipulado pelo governo reduzirá, até o momento, de 154 para 147 generais.
Segurança
O presidente decidiu reforçar a sua segurança e de outros parlamentares em tempos de denúncias da Procuradoria-Geral da República (PGR) e chantagens do Congresso. O peemedebista tem andado desconfiado ultimamente, segundo informações.
Por determinação dele, será reforçada a segurança e incrementado um sistema de monitoramento eletrônico do AeroTemer, pois o tempo inteiro carrega parlamentares investigados e que sabem de informações preciosas para investigações.
Uma câmera que capta imagens no escuro será utilizada no Palácio do Planalto. O governo investirá até R$ 14 mil em equipamentos de segurança para modernizar a rede de proteção dentro dos aviões que Temer utiliza.
Fidelidade
Temer permanece muito forte no Congresso. Nos últimos 14 meses, ele tem conseguido manter uma alta fidelidade e isso tem o ajudado a se livrar de denúncias protocoladas contra ele. Em média, 75% dos congressistas estão ao lado de Temer.
Os próximos episódios de acusações contra ele, poderão ser levadas tranquilamente com a força de seus aliados. Porém, longe do Congresso, ele possui uma baixíssima popularidade.
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