Gente X Poder

Professores da rede municipal se manifestam sobre os possíveis "comes".

| 26/01/2018 - 18:30

Improbidade. Ou seja, desonestidade, apontando aquele autor à dificuldade doutrinária em fixar os limites desse conceito. Em termos gerais, segundo ele, cometeria improbidade o agente público ou o particular que infringisse a moralidade administrativa. A probidade administrativa seria espécie do gênero moralidade administrativa. O núcleo da probidade estaria associado ao princípio maior da moralidade administrativa, verdadeiro norte à Administração em toda sua atuação.
Improbidade I
Esta escrita em nossa Constituição, que é dever o funcionário servir a Administração com honestidade, procedendo ao exercício de suas funções sem aproveitar os poderes ou facilidades delas decorrentes em proveito pessoal, ou de outrem a quem queira favorecer. O desrespeito a esse dever caracterizaria a improbidade administrativa. A improbidade administrativa, nessa concepção, seria uma imoralidade qualificada pelo dano ao erário e correspondente vantagem ao ímprobo ou a outrem. ( José Silva, 2006,PP 668-669).
Improbidade II
Dentro desses conceitos, contudo, quando se exige probidade ou moralidade administrativa não basta o atendimento a legalidade formal, ou seja, o cumprimento e observação da Lei. Vai alem, seria necessária, também, a observância de princípios éticos, de lealdade, de boa fé, de regras que assegurem a boa administração e a disciplina interna na Administração Pública. Por outro lado, o que se vê nas últimas decisões tomadas pela atual administração de Toledo, é uma espécie de má gestão pública. A falta da noção jurídica, dentro do direito administrativo, de boa administração ou gestão pública tem que ser observada para que, os órgãos competentes, no caso o MP poder agir caso se confirme a má gestão pública
Improbidade III
Não se pode aceitar, que essa administração tenha apenas a visão para esse momento, para o que se está passando agora. Faz-se necessário enxergar lá na frente, mas, acima de tudo respeitar o que já foi feito e planejado para cidade em termos de projetos como exemplo o Parque das Aves. Existem contratos firmados, verbas da união, projetos a serem concluídos sem, contar com a cadeia alimentar planejada, que aquela fauna tinha para o equilíbrio, através de Bióloga responsável que hoje, chora com essa péssima decisão. Uma pergunta bem simples para que você “pense”. Com a eliminação dos animais, quais se proliferariam naquele habitat? Vocês lembram que ali, antes da implantação legal do parque, existiam muitas cobras que geralmente apareciam nas calçadas, criação de insetos, roedores e a criação do parque previam essa cadeia de alimentos?
Improbidade IV
Os últimos investimentos no Parque das Aves ultrapassam os R$ 300 mil, sendo R$ 175 mil de recurso livres da própria prefeitura e outros R$ 125 mil do fundo de meio ambiente para as triagens de animais (quarentena). E o conselho do meio ambiente, foi consultado já que é deliberativo? Em entrevista a Gazeta Digital, o presidente do Conselho disse claramente que foi uma decisão impensada e que precisa de uma melhor avaliação.
Professores municipais se manifestam
Publicamos na coluna de ontem denúncia que nos chegou afirmando que professores da rede municipal estariam consumindo alimentos das crianças e nossa manchete foi indagativa e não afirmativa. Como aqui, o espaço é democrático e diante de inúmeras manifestações vamos publicar uma indagação de uma professora para responder pelas demais e também aos acusadores.
Como professora deste município, venho por meio desta mensagem expressar minha indignação a respeito da matéria acima. Em primeiro lugar não, nós não nos alimentamos com o lanche dos alunos e não somos famintos como a matéria sugere. Se isto está acontecendo em alguma escola ou CMEI sugiro que de nome aos bois e assim não ofender toda uma categoria. A propósito, você já foi numa nutricionista? Se a resposta for sim, saberá que nenhuma nutricionista prescreverá uma dieta a base de salsicha, de duas a três vezes por semana. Então, por que em vez de acusar professores de serem famintos, vocês não questionam o CAE Conselho de Alimentação Escolar sobre o valor nutricional das salsichas que são servidas as nossas crianças? Quanto ao nosso café, na escola que eu trabalho nós compramos o café, que é preparado numa cafeteira elétrica na sala dos professores. Será que devemos ajudar o município a pagar a energia elétrica? E a água usada neste café? Será que nos outros espaços públicos do município os servidores compram o próprio café? Ou será que só os professores são famintos? Fica aqui minha indignação!
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