Cultura

Toledo Lê cumpre seu papel de incentivo à leitura

| 24/04/2014 - 00:00

Os dois pontos de leitura do projeto Toledo Lê, instalados em pontos estratégicos da cidade, estão trazendo benefícios e contribuindo para a formação de novos leitores. A avaliação é da bibliotecária Angela Bucalão Comin, responsável pelo abastecimento do espaço, feito todas as segundas-feiras. Inaugurado em 26 de outubro de 2012, os pontos de leitura Toledo Lê, que funcionam como bibliotecas ao ar livre, estão em frente à BRF (Sadia), na Avenida Senador Atílio Fontana, e em frente à industria farmacêutica Prati-Donaduzzi. Apesar da localização, o acesso não é restrito aos funcionários das duas empresas. Todos os leitores poderão retirar os materiais, incluindo revistas e livros de literatura.
Com dois metros de altura, em formato de casa, pintado em vermelho e identificado com o nome do programa, cada ponto de leitura possui livros de literatura brasileira e estrangeira, contos, poesias, gibis e revistas. O acervo pode ser retirado gratuitamente, sem qualquer sistema de registro. A pessoa é orientada a levar o material, porém devolver depois de lido ou repassar para outra pessoa, incentivando desta forma a leitura.
A reposição é feita toda a semana. Cerca de 35 a 40 títulos novos são colocados a cada semana. “O que a gente percebe é que as pessoas pegam os livros e não há qualquer tipo de depredação. Se as pessoas estão retirando isto é um indicativo de leitura e que as pessoas se interessam pelo material”, destaca a bibliotecária. Ela ressalta que iniciativas como estas são importantes, na medida em que proporcionam aos leitores o acesso a livros e outros materiais, estimulando assim a leitura e a formação de novos leitores.
A reposição é feita com materiais doados para a Biblioteca Pública Municipal. “Toda a semana recebemos revistas e outras publicações. O material passa por uma triagem e a partir disso é definido para onde vai. Parte fica no acervo da Biblioteca do centro e o restante é dividido entre a biblioteca da Vila Pioneiro, a Estação de Leitura no Terminal Rodoviário Interurbano e os dois pontos de leitura.
Os leitores também tem o cuidado e seguem as orientações com relação ao fechamento da estrutura. A “casinha” deve ser mantida fechada para garantir a integridade dos materiais. “A gente percebe, toda a semana, que o material foi retirado. Se as pessoas foram até o local, conferiram as novidades, é porque tem interesse e estão lendo. Não fosse assim, o material ficaria lá ou seria depredado, o que não ocorre”, destaca a bibliotecária. Com certeza, este programa é uma forma de possibilitar acesso aos livros a quem não pode comprar.
Ela apela aos leitores que tiverem livros em casa, mas que não estão sendo lidos, para que doem, permitindo assim a outras pessoas o acesso aos livros. As doações devem ser feitas na Biblioteca Pública Municipal, no centro.
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