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Denúncia de prevaricação

| 16/03/2018 - 18:30

Denúncia de prevaricação

Denúncia de prevaricação
Primamos pela transparência, pela verdade e isenção em tudo que nesse jornal é escrito, assinado e tornado público. Jamais iremos nos antecipar às autoridades, pois, aqui privamos sempre pela verdade em respeito a quem possivelmente esteja envolvido. Nesse caso em que, o MP de Toledo abriu inquérito (nº 0148170025941) para investigar possíveis irregularidades https://pt.wikipedia.org/wiki/Prevarica%C3%A7%C3%A3o ) cometidas pelo atual presidente da Câmara Municipal de Toledo, Renato Reimann, da não observação da lista de estagiários para preencher vagas no órgão por ele presidido, em beneficio de Daniela Luana Balena partiu desse jornal. Foi através de uma denúncia anônima deixada na portaria desse Jornal que o MP tomou conhecimento, pois essa direção entendeu que a melhor resposta ao denunciante, mesmo que “anônimo”, seja esclarecido de forma legal e caso afirmativo, punir quem as cometeu. Link do Processo: http://www.gazetatoledo.com.br/ckfinder/files/Oficio%20no%2097_2018-4PJ.pdf
Antes que o barco afunde, tô fora
Como já tínhamos também previsto e anunciado nessa coluna que, dia 16 de março seria o último dia em que a diretora financeira da Emdur permaneceria no cargo, BINGO de novo! A portaria Nº 91, de 15 de março, exonera, à pedido, Márcia Solange Johann Nogueira do cargo em comissão de Diretora Financeira da Empresa de Desenvolvimento Urbano e Rural de Toledo-EMDUR à partir de 16 de março de 2018, sendo esse o último dia de efetivo trabalho e de remuneração. Art. 2º – Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. Agora, precisamos clarear a situação financeira daquela importante autarquia. São mais de R$ 2,5 milhões de prejuízo mesmo?
Em Concórdia, Santa Catarina
A matéria sobre o possível plágio nos projetos estruturais e arquitetônicos de cobertura de Rua da Cidade de Concórdia, Santa Catarina, repercutiu muito por lá. A jornalista Analu Slongo, que atua em Jornal e Rádio naquela cidade escreveu: Uma informação publicada pelo jornal Gazeta de Toledo, do Paraná, na última terça-feira, 13 de março, está ganhando repercussão por aqui. Isso porque o jornal questiona a semelhança entre o projeto da Rua Coberta de Concórdia, com a obra que será construída pela Prefeitura de Toledo. Segundo a matéria do Gazeta, que também repercute nas redes sociais, a Prefeitura já planeja fazer a primeira Feira na Rua Coberta de Toledo. O projeto da obra até chegou a ser apresentado aos feirantes nesta semana.
Em Concórdia, Santa Catarina.
A Assessoria de Comunicação de Toledo diz que fizeram uma visita para conhecer a Rua Coberta de Concórdia. A versão repassada por eles ao jornalismo da Rádio Aliança é que o projeto, que é praticamente igual ao de Concórdia, é apenas o esboço de uma ideia. A versão final será definida depois do aval da comunidade, que vai opinar sobre a obra em audiência pública. A Prefeitura de Concórdia ainda não se manifestou oficialmente sobre o assunto. O projeto da Rua Coberta é da arquiteta Cristhiele Kuhn Vendrusculo, que é servidora efetiva em Concórdia. http://radioalianca.com.br/noticia/materia/id/68407/view/rua-coberta-de-concordia-foi-plagiada
Vereadora se favorecia em Entre Rios do Oeste
Vereadora que é sócia da empresa Athenas Sports e Papelaria, na cidade de Entre Rios do Oeste, teve 6 contratos reincididos. A vereadora Alessandra Caetano de Souza Lupges, que deveria fiscalizar, estava sendo favorecida. A irregularidade foi apontada, por cidadão de Entre Rios do Oeste, à Ouvidoria do TCE-PR. O artigo 29, inciso IX, da Constituição de 1988, impede que vereadores sejam, durante o mandato, proprietários de empresas fornecedoras de produtos ou serviços à administração municipal, a qual devem fiscalizar. Como irão ficar os R$ 446 mil já, pagos a empresa, não se sabe.
Tentativa de jeitinho suspende Licitação
A Câmara Municipal de Santa Helena estava habilitando as empresas para serem fornecedoras de programas que gerenciam “sistemas de gestão”. Aconteceu que, dois dias antes, uma das empresas interessadas contestou a mudança nas condições de participação dos licitantes e a ausência de descrição mínima dos serviços requisitados (plano de treinamento). Segundo a representação, ao abrir a oportunidade de participação a qualquer empresa, a Câmara de Santa Helena efetuou modificação substancial no edital, capaz de afetar o contexto do certame.
Tentativa de jeitinho suspende Licitação I
O TCE foi acionado e considerou que houve ofensa aos princípios da publicidade, da competitividade e da isonomia entre os concorrentes. Observou-se que diversas empresas seriam prejudicadas por não terem tomado conhecimento, a tempo, de que poderiam participar da licitação. Além disso, o despacho que emitiu a cautelar frisou que a descrição dos serviços de treinamento dos servidores aparenta ser insuficiente, já que não estabelece padrões mínimos de qualidade para o serviço, tais como número mínimo de horas-aula e de servidores a serem capacitados por turma, nem qual seria o local de prestação desses serviços ou a estrutura mínima necessária para que as aulas fossem ministradas.
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