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Diretoria do Clube Santa Cecília revoga proibição

| 27/03/2018 - 18:30

Diretoria do Clube Santa Cecília revoga proibição
Gerou muita polêmica a matéria que esta Gazeta publicou sobre a proibição dos “não sócios” do Clube Santa Cecília residentes no Distrito de Dois Irmãos serem proibidos (lavrado em ata) de participar dos eventos sociais. Essa proibição, segundo o que sabemos foi aprovada em 2017 pela antiga diretoria e fere um dos princípios do cidadão que é o de ter a liberdade de “ir e vir”, principalmente quando o evento social daquele distrito chamado “BruderFest”, é público.

Diretoria do Clube Santa Cecília revoga proibição I

Após as inúmeras manifestações de empresários, moradores e simpatizantes da festa que oferece a tripa grossa como prato principal, a atual diretoria presidida pelo senhor Rudi Boufler, democraticamente convocou os sócios e alguns residentes no Distrito para participarem de uma assembleia para tratar desse “problema”. Por unanimidade ficou decidido pela revogação da “proibição” e com isso a participação na BruderFest desse ano, que começa nesse final de semana com o Baile e terminará dia 08 de abril, será livre para todos os moradores não sócios.

Diretoria do Clube Santa Cecília revoga proibição II
Diante dos fatos gerados devido essa “proibição”, a diretoria irá marcar uma nova reunião para agregar a festa e as atividades sociais do distrito e demais entidades como era no começo. A intenção é de que Escola e Igreja se unam ao Clube Santa Cecília novamente para que esse problema seja solucionado definitivamente, disse Rudi Boufler, presidente.

Urubus e a Duster passeadeira
Esse grave caso da Duster de propriedade do município que adora uma beira mar, a cada dia me surpreende com novos “episódios” ( em investigações). Os meus informantes “urubus”, disseram-me que teremos mais um capitulo com cenas bem engatadas, ou seriam “cenas bem rebocadas”. Sei que haverá “protestos”, por alguém, ou, por alguma empresa interessada comercialmente nesse episódio, caso a mesma já não tenha feito!

Urubus e a Duster passeadeira I
Quando me refiro a novas “surpresas”, não é pouco não gente, pense,multiplique as lambanças. As respostas descritas pelo secretário de administração Moacir Vanzo a um requerimento do vereador Ademar Dorfschimidt são provocativas, desrespeitosas e ao mesmo tempo infantis, a ponto de assinarem dois atestados em um só, o de: “incompetência e dissimulados”. Incompetência, porque, no oficio 028, afirmam disponibilizar relatório completo de todas as viagens. Exemplo: a viagem empenhada sob o nº 125/2018, no valor de R$ 800,00 – não consta no referido relatório. Deveria constar. Mas consta o lançamento em duas vezes o mesmo comando. Dissimulados, porque, acham que, podem escrever assim evasivamente, como sê não teriam que ficar dando satisfação a ninguém. Vejam esses links: http://sapl.toledo.pr.leg.br/sapl_documentos/materia/10971, http://sapl.toledo.pr.leg.br/sapl_documentos/materia/8792_texto_integral

    1 COMENTÁRIO
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  • denise
    Moro no distrito a mais de 40 anos, portanto posso afirmar que a comparação da situação posta no caso citado acima com a musica "cidadão" é absolutamente ridícula. No caso da música de Zé Geraldo, os “excluídos" se referem a trabalhadores excluídos por sua condição social. Muito longe de ser esta a questão no Clube acima citado. Os "excluídos" do Clube Santa Cecília não são pessoas carentes que foram excluídas por falta de condições, muito pelo contrário, estes que se manifestam tão ruidosamente tem as mesmas condições ou até mais de fazer parte do "privilegiado grupo dos incluídos",que trabalham e colaboram todos os anos doando-se horas e horas em trabalhos voluntários. Os " pobres excluídos" citados acima excluíram-se a si mesmos devido a divergência de opiniões,disputas, inépcias em aceitar verdades diferentes daquilo que crêem seja a única verdade válida: a deles.No entanto cada um que se encontra nesta situação tem sua própria motivação que eu aceito e respeito. Considero ainda que a verdades válidas, e falhas em todas as partes envolvidas. A versão acima apresentada claramente mostra uma visão parcial de uma situação muito mais ampla, muito mais antiga, e que em sua origem não tem nada a ver com exclusão social. Particularmente sou a favor da participação sem restrições da festividade acima citada, como é grande parte do quadro de associados, no entanto, eu não teria problemas em aceitar decisões de maioria que fossem diferentes da minha. Isso é democracia. Ainda uma colocação sobre a cobertura da quadra: fui contra na época a escolha do local, pois acreditava que este fato geraria polemicas e questionamentos como de fato ocorrem desde então. Mas justiça seja feita, em quase de trinta anos de atuação na escola, o uso da quadra jamais foi questão sequer de alguma discussão, e nunca houve por parte da Sociedade Santa Cecília nenhuma restrição a seu uso por parte da escola para a prática de atividades pedagógicas de qualquer natureza, de que eu tenha conhecimento. No prédio do clube acontecem cursos, encontros, palestras, promoções da igreja e escola (exemplo foi o encontro da Mulher Rural em 2018), que são abertas e irrestritas. Finalizando, informo que a postura atual da Sociedade Santa Cecília é de receber a todos sem restrição, e deixo a todas as partes envolvidas algumas sugestões: ao jornal que publicou a matéria uma apuração mais profunda e imparcial; as partes envolvidas mais diretamente no conflito uma revisão individual das reais motivações, e se realmente é válido e produtivo dar a esta questão a proporção em que está, ou se seria mais válido resolve-la em sua origem, com diálogo e bom senso, que levassem a soluções que beneficiassem o maior número possível de pessoas; ao Ministério Público que proceda a verificação dos fatos, até por uma questão de transparência. Se houve ilegalidades, que sejam corrigidas. Não conheço todos os fatos, mas o que conheço e sei me deram subsídios para esta manifestação. Contribuo ainda apresentando a metáfora Dos Burros Espertos: Dizem que os burros são tolos. Mas não devemos acreditar totalmente nisso. Essa história nos mostra que nem sempre é assim. Um lavrador tinha dois burros. Para que não fugissem, resolveu amarrá-los em uma só corda, cada um em uma extremidade. Depois de algum tempo, os dois começaram a sentir fome. A comida estava perto. Grandes montes de feno estavam ao alcance de sua visão. Os dois tentaram chegar até eles. A corda era muito curta e, puxando cada qual para o seu lado, nenhum dos dois conseguia alcançar o seu monte de feno. Então compreenderam que o melhor era sentar e dialogar. Talvez juntos conseguissem encontrar uma solução. Assim o fizeram. Durante um bom tempo, estiveram a dar voltas ao assunto, sem conseguir encontrar um jeito de chegar ao feno. Por fim, disse um deles: - Vamos ver! Nós dois estamos com fome. A corda que nos une é muito curta e não podemos ir cada um para o seu lado. Por que não vamos juntos para o primeiro monte de feno? Assim, ambos poderíamos comer dele e depois provar o segundo. Dessa forma, comeríamos a quantidade habitual. - Boa idéia! Admitiu seu companheiro. Pondo em prática a sugestão, banquetearam-se ambos, apesar da corda com que haviam sido amarrados. Mostraram, dessa forma, que os burros não são tão burros quanto parecem. Autor: Desconhecido Publicado em: https://www.metaforas.com.br/infantis/2000-06-08/os-burros-espertos.htm 08/06/2000
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