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Engenharia recupera edifício interditado em Toledo

| 25/04/2018 - 20:00

Engenharia recupera edifício interditado em Toledo

Seis meses depois, prédio que ameaçou desabar está sendo recuperado graças às novas engenharias.
A reportagem da Gazeta de Toledo manteve contato com a empresa Engestac, de São Paulo, responsável pela recuperação do prédio que foi abalado e está agora passando por um processo de recuperação. Em outubro de 2017, o edifício sofreu avarias em sua estrutura e, após a constatação de um declive acentuado, os moradores tiveram que deixá-lo. Na época, demos a notícia com exclusividade, e voltamos agora a acompanhar os desdobramentos do caso, trazendo a informação de que a tecnologia pôde viabilizar sua restauração, evitando assim a demolição do edifício. O engenheiro Alexandre Novais disse que depois dos estudos, perícia e laudos, realizados como por peritos que fizeram as sondagens (prospecção de solo local), foram elaborados projetos de recuperação de sua estabilidade e de seu prumo (posição original).
Segundo Alexandre, com as novas tecnologias existentes, elaborar e executar projetos ficaram bem mais fáceis. Não há, hoje, a necessidade de demolição.
Os procedimentos
O processo de engenharia adotado foi o de aplicação de mega estacas de reação, isto é, a aplicação de novas estacas sob as fundações anteriores da construção, para substituir elementos eventualmente superados, pelo peso da obra ou pelo mau comportamento do solo. Em situações semelhantes, a estrutura pode ruir, entrar em colapso, o que por sorte, não ocorreu com o Edifício Primavera. As engenharias que foram executadas, recebem macacos hidráulicos, que acionados simultaneamente elevam a construção e reposicionam o prédio em seu estágio original, dando assim segurança para ser habitado novamente. Para deixar os moradores tranqüilos, essas novas engenharias aplicadas nas estruturas subterrâneas são de coeficiente “2”, portanto, capaz de resistir ao “dobro” da carga total do prédio.
Análise da recuperação
O engenheiro Alexandre Novaes, disse que nenhuma construção chega a apresentar problemas dessa magnitude sem antes “avisar”. Nenhuma construção, independente do tamanho, do porte, chega a entrar em colapso ou até mesmo em ruína, sem antes dar algum “aviso”. Em todos os casos, diversas manifestações patológicas dão sinais de que “as coisas não estão tão bem assim...”. Portanto, a mensagem que deve ficar para todos os proprietários e usuários dos mais diversos tipos de edificações existentes é: diante de qualquer sinal de anormalidade na construção que esteja utilizando no dia a dia, consulte um engenheiro especialista. Hoje em dia, já existem diversos cursos de pós-graduação e de especialização em patologia da construção, em patologia das fundações, entre outros tantos que tratam de anomalias das construções e, portanto, existem engenheiros especialistas em diagnosticar, entender e determinar soluções, corretas e eficientes, para todas essas “doenças”.
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