AgroGazeta

Altas do ovo não têm absolutamente nada de anormal

| 07/06/2018 - 15:55

Em apenas três dias dessa semana, o ovo comercializado no atacado obteve reajustes que, acumulados, vão além dos 30%. “Em apenas três dias!” – surpreendem-se alguns. Naturalmente, a maior parte dessas altas está diretamente relacionada à quebra de produção e às perdas de produto decorrentes do movimento dos caminhoneiros. Outra parte, a menor, é devida à época do mês, período de pagamento dos salários.
Mas, independente de quais sejam essas causas, o mais importante é deixar claro que elas não têm absolutamente nada de anormal, ou seja, não são exageradas. Pois, em essência, apenas remetem os preços do setor de volta aos mesmos valores praticados em junho de 2016 e de 2017, meses em que, curiosamente, os valores alcançados foram muito similares entre si – a despeito dos custos de produção serem muito diferentes.
Explicando: em junho de 2017 o preço médio do ovo foi, embora próximo, cerca de 2% superior ao de um ano antes. Já o preço da principal matéria-prima do setor, o milho, recuou, no mesmo espaço de tempo, em torno de 45%.
No momento, o milho já está 70% mais caro que há um ano, ou seja, se encontra não muito distante dos valores recordes de 2016. No entanto, o preço médio alcançado pelo ovo nestes seis primeiros dias de junho corrente permanece muitíssimo aquém daqueles registrados em 2016 e 2017, no mesmo mês. Para que essa defasagem seja superada é preciso não só que as altas tenham continuidade, mas também que se sustentem na segunda quinzena do mês, período em que, normalmente, os preços retrocedem.
Fonte: AviSite
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