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Toledo é a 7ª cidade com maior crescimento do Brasil

Eliseu Langner de Lima | 29/06/2018 - 18:30

Toledo é a 7ª cidade com maior crescimento do Brasil

O Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM), que mede o crescimento dos municípios brasileiros através do desenvolvimento, voltou a apresentar elevações e conferiu lugar de destaque para Toledo, que aparece como a sétima cidade com o maior índice de crescimento do Brasil.
O resultado do estudo feito pela Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro) foi divulgado na última quinta-feira (28/06) e mostra o impacto da retração econômica que levou a uma queda de 6,4% do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todas as riquezas produzidas no país, com reflexos nas três vertentes que compõem o estudo: emprego e renda, saúde e educação.
As três vertentes que compõem o IFDM apresentaram crescimento em 2016. O índice de emprego e renda atingiu 0,4664 ponto, voltando a crescer após duas quedas consecutivas, quando acumulou retração superior a 20%. Essa foi a área de desenvolvimento que mais sofreu com a recessão dos últimos anos.
Tanto o IFDM educação como o IFDM saúde apresentaram discreta elevação, mantendo a trajetória observada desde o início da publicação do índice. No entanto, a evolução apresentada pelos dois indicadores foi a menor em 10 anos, indicando que a crise também teve impactos sociais, e não só econômicos. O IFDM educação subiu de 0,7644 (2015) para 0,7689 (2016). Já o IFDM saúde saiu de 0,7534 para 0,7655, no mesmo período.
O que é
O IFDM – Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal – é um estudo do Sistema FIRJAN que acompanha anualmente o desenvolvimento socioeconômico de todos os mais de 5 mil municípios brasileiros em três áreas de atuação: Emprego & renda, Educação e Saúde. Criado em 2008, ele é feito, exclusivamente, com base em estatísticas públicas oficiais, disponibilizadas pelos ministérios do Trabalho, Educação e Saúde.
Metodologia
Sua metodologia possibilita determinar, com precisão, se a melhora relativa ocorrida em determinado município decorre da adoção de políticas específicas ou se o resultado obtido é apenas reflexo da queda dos demais municípios.
Desde 2014, a metodologia do IFDM foi aprimorada para captar os novos desafios do desenvolvimento brasileiro para esta nova década. O principal incremento foi situar o Brasil no mundo. A nova metodologia buscou padrões de desenvolvimento encontrados em países mais avançados, utilizando-os como referência para os indicadores municipais. Outro ponto importante foi a atualização de metas e parâmetros nacionais. Neste caso, o ano de referência deixou de ser 2000 e passou a ser 2010.
As cidades campeãs
Historicamente, as regiões norte e nordeste concentram os piores indicadores socioeconômicos do país. Mas é nas realidades locais que as disparidades com o restante do país (principalmente com o Sul e Sudeste) ficam mais evidentes.
Louveira, a 70 quilômetros da capital paulista, ocupa a primeira posição do ranking pela segunda vez consecutiva. A cidade que tem pouco mais de 40 mil habitantes conseguiu a nota máxima no IFDM 2016 e é a única no país a registrar um índice acima de 0,9.
Em Toledo, o índice atual ficou em 0.8786 pontos. Ou seja, no último IFDM - Consolidado disponível para consulta, do ano de 2015, o município se encontrava na 17º posição nacional e 3º estadual, com o índice em 0.8604.
Dividido em categorias, a área de Educação em Toledo ficou com 0.9061, a saúde com 0.9566 e o Emprego e Renda com 0.7731 pontos. No Estado do Paraná, o município ficou atrás apenas de Apucarana que ocupa a 1ª colocação estadual.
Segundo o economista, Jandir Ferrera de Lima, a partir de 2016, aconteceu uma recuperação na economia brasileira, o que favoreceu a elevação do IFDM nos municípios, principalmente em Toledo. “No interior do Brasil, mais especificamente por conta do Agronegócio e Empresas Cooperativas, a economia se manteve em um nível estável de empregos. Mesmo na recuperação lenta e gradual que a economia no país vem sofrendo, a Educação, Saúde e Emprego e Renda conseguiram manter os dados e, aliás, no Oeste do Paraná, exemplo de Toledo, as estatísticas vêm sendo muito boas”, informou.
Atualizado pela redação
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