Economia

Mercado vê PIB crescendo menos neste ano, a 1,5%

| 16/07/2018 - 15:55

Para o ano que vem, a conta segue de crescimento de 2,50 por cento do PIB.

Os economistas diminuíram mais uma vez a expectativa para o crescimento econômico este ano, reduzindo também a projeção para a inflação em 2018, segundo pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda-feira.
Agora, a previsão é que a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) em 2018 será de 1,50 por cento, sobre 1,53 por cento na leitura anterior e o patamar de 3 por cento que já chegou a ser indicado poucos meses antes, após a greve dos caminhoneiros e queda na confiança dos agentes econômicos. Para o ano que vem, a conta segue de crescimento de 2,50 por cento do PIB.
A economia brasileira teve contração de 3,34 por cento em maio sobre o mês anterior, conforme Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), espécie de sinalizador do PIB, divulgado também nesta segunda-feira. Diretamente afetado pela greve dos caminhoneiros que paralisou o país no mês, o desempenho corrobora a leitura de grande parte dos agentes de uma atividade bem mais fraca que a esperada este ano. O próprio Ministério da Fazenda, que também chegou a falar em crescimento de 3 por cento neste ano, agora calcula expansão de 1,6 por cento, mesmo cenário do Banco Central.
Já para a alta do IPCA, a estimativa segundo o Focus caiu a 4,15 por cento este ano, sobre 4,17 por cento na semana anterior, com a conta para 2019 permanecendo em 4,10 por cento.
O centro da meta de inflação para este ano é de 4,5 por cento e para 2019 é de 4,25 por cento, ambos com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.
Para o dólar, os especialistas consultados no levantamento semanal continuaram vendo a moeda a 3,70 reais neste ano. Para o ano que vem, contudo, a expectativa subiu a 3,68 reais, sobre 3,60 reais anteriormente.
As expectativas para a taxa básica de juros não sofreram alterações. A visão dos economistas é de que a Selic terminará este ano a 6,5 por cento e 2019 a 8 por cento.
O Top-5, o grupo que reúne os que mais acertam as previsões, também manteve as contas de taxa básica de juros a 6,50 por cento ao fim de 2018 e 7,75 por cento ao fim de 2019, pela mediana de médio prazo.
Fonte: Reuters
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