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Paraná se antecipa para evitar caos nas rodovias, como ocorre no RS

| 30/07/2018 - 17:10

Foto: Reprodução

Para quem critica o início das discussões do novo modelo de pedágio fica a sugestão de dar uma passeada em algumas rodovias gaúchas. Lá, os contratos com a empresa que administrava o trecho entre Porto Alegre e Osório terminaram antes da licitação da nova concessão. Resultado estradas sem manutenção, sem atendimento médico e sem guinchos exclusivos, restos de pneus, lixo acumulado, rachaduras e cerca de 300 buracos – entre eles, algumas crateras - foram contados no trecho de 96 quilômetros, por onde passam em média 110 mil veículos por dia.
Por esses e por outros motivos, o Estado do Paraná começou na terça-feira da semana passada (24/07), em Cascavel, a coletar sugestões de lideranças de vários segmentos da sociedade para o novo modelo de pedágio. As atuais concessões se encerram em novembro de 2021, mas a ideia é deixar tudo preparado para licitar os novos trechos em 2020, para que não haja ruptura nos serviços - como aconteceu nas estradas gaúchas.
O debate teve início na cidade de Cascavel, mas prossegue em outros municípios. Nesta terça-feira (31/07) deve acontecer em Londrina a segunda audiência pública para discutir o novo modelo de pedágio no Paraná. O encontro no Iapar, a partir das 14h, vai reunir usuários, associações comerciais, empresários, prefeitos, vereadores e lideranças da região Norte do Paraná. Na sequência as reuniões serão em Ponta Grossa, Maringá, Paranaguá, Guarapuava e Curitiba. Os eventos estão sendo organizados pelo DER e pela Agepar.
Atualizado na redação
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