AgroGazeta

Conheça a futura ministra da Agricultura

| 08/11/2018 - 18:40

Futura ministra da Agricultura, Tereza Cristina, ao lado do presidente eleito, Jair Bolsonaro. (Foto

A deputada Tereza Cristina (DEM-MS) será a ministra da Agricultura. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa da Frente Parlamentar Agropecuária (FPA), que se reuniu nesta quarta-feira (7/11), com o presidente eleito Jair Bolsonaro.
O nome foi sugerido pela Frente Parlamentar da Agricultura (FPA), da qual ela é presidente. O pedido de indicação já havia sido solicitado por Bolsonaro ainda durante a campanha eleitoral, quando ele recebeu apoio formal de integrantes da bancada.
A FPA é composta por 27 senadores e 209 deputados federais e conta com o apoio de mais de 40 entidades do agronegócio. A nova ministra já está envolvida em temas relevantes para o setor, tanto que foi a relatora do projeto de lei que criou o programa de renegociação para as dívidas do Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural).
Saiba mais sobre a futura ministra
Natural de Campo Grande (MS) e formada em engenharia agronômica pela Universidade Federal de Viçosa (MG), a deputada federal Tereza Cristina ocupou como gerente-executiva quatro secretarias: Planejamento, Agricultura, Indústria, Comércio e Turismo. No último ano, ocupou a liderança do PSB na Câmara dos Deputados.
Ela também foi secretária estadual de Desenvolvimento Agrário até 2014. No ano passado, foi líder da bancada do PSB na Câmara dos Deputados, mas, após divergências com a cúpula do partido, rompeu com a sigla e ingressou no Democratas.
Veja alguns dos posicionamentos da deputada Tereza Cristina sobre assuntos relacionados à pasta que ira comandar:
Crédito Rural
“Nós temos que batalhar hoje sobre isso. Temos que baixar os juros, precisamos achar alguma maneira de ter mais crédito compatível com a nossa atividade. Hoje o crédito para o produtor rural não é mais diferenciado”.
Questão indígena
“Acho que nós temos que votar urgentemente. Ela resolve o grande problema que é o produtor que teve a sua área invadida, para que ele possa receber pela sua área e não ser expropriado, como acontece atualmente”.
Venda de terras para estrangeiros
“Eu sou a favor, mas o que temos que tomar um pouco de cuidado é na questão de concorrência na parte de alimentos, mas acho que o texto é bom e temos que brigar para que ele seja votado o mais rápido possível”.
Atualizado na Redação
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