Economia

Desoneração da folha de pagamento é prioridade na pauta do governo

| 10/01/2019 - 16:39

Moedas de 1 real. Reuters.

O secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra, afirmou nesta quinta-feira que a desoneração da folha de pagamento é um dos primeiros itens na pauta do governo e descartou o aumento de impostos.
“A incidência de forma muito pesada de tributos sobre a folha de salários é uma preocupação que se coloca como um dos primeiros itens na nossa pauta. Estamos trabalhando muito nisso, como desonerar a folha de salários, como diminuir os encargos trabalhistas e fazer com que a economia brasileira gere empregos”, afirmou Cintra ao chegar ao Tribunal de Contas da União (TCU) para reunião com o ministro Augusto Nardes.
Questionado sobre a reformulação do Imposto de Renda, Cintra explicou que ela está na pauta do governo, mas que a prioridade imediata é trabalhar na reforma previdenciária, o que lhe dá tempo para desenvolver um projeto tributário “como um todo”.
“A desoneração da folha de salários aconteceu... muito em cima de demandas específicas, de negociações muito setoriais. O que nós estamos trabalhando é na desoneração da folha de maneira universal, sistêmica”, completou ele, explicando que estão sendo feitas simulações sobre os impactos disso na economia.
“Acho que temos que desonerar a folha de salários como um todo. E isso implica que não só contribuições previdenciárias, mas até mesmo questões de Imposto de Renda incidente sobre folha de salários, incidente sobre rendimentos do trabalho, poderão ser objetos desses estudos”, explicou.
Cintra enfatizou ainda que a orientação do presidente Jair Bolsonaro é no sentido de uma racionalização e redução da carga tributária, afirmando que um tributo nos moldes da CPMF vai contra isso e que não seria usado como uma forma de compensar a arrecadação com a desoneração.
“CPMF é um tributo que tem uma característica que nós evitamos. CPMF é a antítese de tudo aquilo que nós desejamos”, disse. “Há uma gama de alternativas que precisam ser comparadas, o que você perde reduzindo uma incidência direta sobre folha e que tipo de tributo outro poderá substituir essa mesma arrecadação”, explicou
Fonte: Reuters.
    SEJA o primeiro a comentar
  • Nome

    E-mail

    Escreva um comentário

Notícias de 'Economia'

BRDE terá US$ 100 milhões do BID para investir no Sul

Petrobras retomará processos de alienação de ativos

Benefícios do INSS acima do salário mínimo terão reajuste de 3,43%

Economia tem recuperação gradual, aponta IFI

Fiscalização do trabalho recuperou R$ 5,2 bi de FGTS não recolhido

Ações da Copel têm alta no Brasil e nos Estados Unidos

Senado aprovou projetos para desburocratizar e desonerar a economia

Ações da Sanepar alcançam o maior valor histórico

Restituição do Imposto de Renda começa a pagar hoje R$ 667 milhões

Governo indica novos conselheiros para Petrobras

Mais Destaques
"Já são 17 milhões de acessos no site do Jornal Gazeta de Toledo. Junte-se a quem de fato é lido - invista em propaganda onde sua marca ficará visível 45 9.91339499"
(Eliseu Langner de Lima - diretor)
Enquete
Tempo Toledo
Cotações
Compra Venda
Dólar comer.
Euro (real)