Política

Reforma administrativa proposta pelo governo é aprovada em 1º turno

| 17/04/2019 - 08:55

Reforma administrativa proposta pelo governo é aprovada em 1º turno

Proposta do governador Carlos Massa Ratinho Junior foi aprovada por 44 a 5. Reforma administrativa corta 339 cargos comissionados e traz economia anual de R$ 10,6 milhões. Esta é a primeira etapa da reestruturação do Estado, com corte de secretarias.

A primeira etapa da reforma administrativa proposta pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior foi aprovada pela Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) nesta terça-feira (16), em 1° turno. A proposta que reduz o número de secretarias de 28 para 15 e reorganiza o organograma do Estado teve apoio de 44 deputados e apenas cinco votos contrários.

A reestruturação da máquina pública prevê economia anual de R$ 10,6 milhões aos cofres estaduais a partir da redução de pastas e extinção de 339 cargos comissionados e funções gratificadas. Na sequência, o governo vai encaminhar o legislativo mais duas etapas da reforma: junção de autarquias e redução da estrutura física. No total, o Estado estima economizar R$ 260 milhões com a reforma completa.

Segundo o governador Carlos Massa Ratinho Junior, a ideia da reforma passa pela economia e também pela necessidade de tornar a máquina pública mais ágil e eficiente. “Nosso é economizar recursos públicos, mas também reestruturar a máquina para torná-la mais eficiente na entrega de serviços à população. Essa mudança passa a valer como um novo horizonte para o Paraná”, afirma.

Segundo o deputado Hussein Barki, líder do Governo, a intenção do Poder Legislativo é colaborar com o Executivo na formulação de políticas públicas que impactem positivamente a vida de 11 milhões de paranaenses. “Essa relação respeitosa só trará benefícios. O objetivo é dar mais agilidade e eficiência à máquina pública, permitir que cada área tenha mais facilidade para se comunicar e interagir com outros setores do Governo”, destaca.

Na votação desta terça-feira, o projeto da reforma recebeu 19 emendas, que serão avaliadas pela Comissão de Constituição de Justiça (CCJ) antes de voltarem ao plenário. A tendência é que a proposta seja aprovada de maneira definitiva na semana que vem



Fonte: AEN

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